terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Claudinha Vieira...

... Já não quero ser como tu. Quero ser como estas meninas.

Pergunta para queijinho

Se acabarem com a ADSE vão devolver o dinheiro que os funcionários públicos descontaram durante décadas e que nunca dele usufruíram?

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Color run

Quem é que paga 15 euros para entrar numa corrida onde lhe vão atirar pós coloridos e sair de lá toda cagada? Pelos vistos, muita gente. E eu também. Se alguém me atira esta porcaria para os olhos...

Não tenho absolutamente nada de interessante para dizer. Estou mal disposta. Da cabeça, não do corpo. Nem é mal disposta. É assim uaréber, como diz a Fanny. A precisar de um mimo, talvez. Eu sou muito mimada. Muito mesmo. Tenho de deixar de ser. Ou não. Uaréber.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Sim, diz

O impossível de antes sempre foi possível, apenas não tinha acontecido que alguém tivesse sido capaz de chegar até ele. Faltava a quantidade de pessoas que acreditaram, que perseguiram o filão até o demonstrarem e construírem. O mesmo acontece com o impossível de agora. O impossível de agora não deve ser muito diferente do impossível de antes. Por sua vez, o impossível mesmo impossível existia num e continua a existir no outro, mas como não pode ser distinguido do impossível que será possível no futuro, a hipótese mais criadora, aquela que propõe mais esperança é a que considera que tudo o que formos capazes de imaginar poderá ser materializado. Ou seja, todo o impossível poderá vir a ser possível. Assim, não há nenhum motivo para fazer cara de peido e dizer: não, acho que não vai correr bem. Em primeiro lugar, porque a imaginação expande o mundo, ou expande aquilo que somos capazes de ver nele, o que é a mesma coisa. Em segundo lugar porque é muito provável que o "correr mal" deles seja o nosso "correr bem".

José Luís Peixoto

Eu percebi bem?


O José Luís Peixoto diz "cara de peido"?