segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A sexta-feira não foi para namorar, foi para trabalhar. É realmente abençoado quem diz que faz o que gosta e que, na hora de deixar a família numa sexta à noite para trabalhar, vai satisfeito. Não é o meu caso. Ao longo de um ano vou fazer uma coisa que não gosto, não acredito e que sempre critiquei. Mas, não tendo ganho o Euromilhões, terei que deixar a minha família, o meu ninho, e aturar politiquices baratas.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A única coisa boa que o frio traz é aquele abraço à noite, pele com pele que não gostamos de pijamas a interromper o toque, os cobertores por cima da cabeça, as gargalhadas de felicidade, uma sensação de calor quando enfrentamos 2 graus de temperatura.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

E só porque hoje estou feliz

Peguem lá uma música bonita que só ela.

O poste

O poste continua lá. É curioso como um poste de electricidade marcou o rumo da minha vida por duas vezes. Com quinze anos, o que sabia eu da vida? Apenas que estava apaixonada por ti. Que, por mais anos que passassem, eu continuaria apaixonada. Isso eu sabia. Levavas-me a casa e paramos naquele poste. Gostas de mim?, perguntaste. Sem coragem de dizer que sim, claro que gostava, gostava muito, devolvi-te a pergunta, e tu? Gostas de mim? Propuseste que escrevessemos num papel a resposta. Respirei fundo e escrevi sim. Fechei os olhos, coração acelerado, pedi muito, mas abri o teu papel e lá estava a palavra que mais me custou ler até hoje, não. Os nossos mundos separaram-se, mas eu continuei sempre apaixonada. E continuei, e continuei, e continuei... Treze anos depois, naquele poste, outro papel, queres casar comigo? A resposta, essa, continuava a mesma, sim, quero, quero muito.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Eu - Gostas desta camisola para ti?
Filha - (a passar a mão na camisola) Ó mãe, sabes que não gosto muito disto aqui.
Eu - Mas, disto o quê?
Filha - De lã.

A minha filha é, oficialmente, a pessoa mais calorenta que existe.